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iFood amplia presença em grocery tech com investimento estratégico na Daki

O iFood reforça sua aposta no segmento de supermercados digitais ao adquirir participação minoritária na Daki, startup de entregas ultrarrápidas. O movimento sinaliza avanço na integração de canais e aceleração do mercado grocery tech brasileiro.

iFood amplia presença em grocery tech com investimento estratégico na Daki
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Foto: Divulgação | Fonte original

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Redação Bresus
2 min

O mercado brasileiro de food delivery presencia um novo capítulo competitivo: o iFood acaba de anunciar a aquisição de uma participação minoritária na Daki, referência em entregas ultrarrápidas de supermercado. A operação, que envolve menos de 5% do capital da Daki, ocorre pouco mais de um ano após o iFood investir na Shopper, consolidando sua estratégia de expansão no segmento de grocery tech.

A decisão do iFood reflete o apetite crescente por diversificação. Após consolidar domínio no delivery de restaurantes, a empresa tem investido em parcerias e aquisições para ampliar sua presença em compras de supermercado. A relação com a Daki evoluiu rapidamente: em 2024, as duas empresas firmaram parceria operacional, integrando a rede de dark stores da Daki ao ecossistema do iFood para oferecer entregas rápidas de produtos de supermercado. Esse modelo já havia sido testado anteriormente com a Shopper, e resultou em alianças estratégicas e investimentos relevantes, como a rodada de R$ 150 milhões liderada pelo iFood e pelo GIC em novembro de 2024.

A Daki, fundada por Rodrigo Maroja, Alex Bretzner e Rafael Vasto, é apontada como um dos principais players de grocery delivery no Brasil. Após atingir o status de unicórnio em 2021, com valuation de US$ 1,2 bilhão, a startup foi avaliada em US$ 800 milhões na Série D de 2023. De acordo com os fundadores, o canal iFood já representa demanda incremental relevante e complementa o canal próprio da Daki, ainda responsável pela maior parte das vendas. A empresa está próxima de alcançar R$ 1 bilhão em receita anualizada, cresce mais de 50% ao ano e recentemente atingiu o breakeven, resultado de cinco anos de construção de uma cadeia logística verticalizada.

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